quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Sobre frustrações, perdas e aprendizado

Essa semana tem sido de reflexões para mim. Se por um lado tive vitórias, também tive frustrações importantes. Isso me levou a refletir um pouco sobre a natureza das frustrações e como elas influenciam a nossa vida. Antes que me xinguem, não estou pensando em tentar carreira nas humanidades, só venho aqui dar um pitaco.

Acho que não preciso dizer que cada pessoa reage às agruras da vida de forma distinta. Perdas fazem parte da vida de todos e a forma com a qual lidamos com elas é intrínseco de cada um. Recentemente perdi minha mãe e essa semana um tio meu também se foi. Fatos assim nos mostram como a vida é efêmera e frágil. Nos fazem pensar o quanto nossos planos são pequenos diante das contigências da vida e que não estamos totalmente no controle.

Não é fácil para ninguém se ver “sozinho” no mundo, mas eventualmente passamos por isso. Estou nessa situação atualmente e não é fácil, ainda mais quando sentimos que certas pessoas nos abandonam. O que resta é abstrair e tentar seguir em frente. Um dia após o outro, é o que deve nos impelir. As frustrações da vida nos ensinam a ter calma, paciência e tolerância. São coisas das quais eventualmente precisaremos e o quanto antes aprendermos melhor. Infelizmente, nem todos conseguem compreender o quanto podemos nos fragilizar diante de situações assim. Muitas vezes as pessoas ao nosso redor, e frequentemente são aquelas que mais tem importância, não compreendem as situações e não tem a paciência que precisaríamos naquele momento.

É claro, não só de reveses caminha a vida. Cabe a cada um saber maximizar as alegrias das coisas boas e aprender com as coisas ruins. Valorizar as pessoas que estão ao seu lado e desapegar daquelas que te abandonam. Por mais difícil que isso às vezes seja.

P.S.: Essa foi a última postagem “emo”, prometo

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Sexta Rock - Reborn

Tenho andado ausente deste espaço nos últimos tempos, sei bem disso. Para retomar minhas postagens com o pé direito, nada melhor do que ressucitar a seção de maior continuidade que eu já tive nesse blog, a Sexta Rock. Selecionei cinco canções, das mais clássicas, das bandas mais clássicas que já tivemos o prazer de compartilhar o planeta. Nada de comentários, hoje vamos apenas curtir o gênero musical mais influente e mais importante de todos os tempos. Essa postagem será curta, mas à partir de semana que vem retomarei a seção com a numeração antiga. Além disso teremos mais novidades semanais. Let’s Rock!

1. Led Zeppelin – Kashmir

2. Black Sabbath – Heaven and Hell

3. Deep Purple – Burn

4. AC/DC – Let There Be Rock

5. Rush – Tom Sawyer

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

In Memorian

As pessoas que me conhecem e convivem comigo sabem que nos últimos anos minha mãe e nossa família lutamos contra uma doença. Foram aproximadamente quatro anos nos quais corremos atrás de medicamentos, médicos, diagnósticos e procuramos dar a ela a melhor qualidade de vida possível. Nessa última sexta feira, dia dois de novembro, minha mãe descansou de todas as aflições e sofrimentos que experimentou durante todos esses anos. Ela já estava internada a uma semana vítima de um AVC bastante grande que teve no sábado anterior e acabou não resistindo. O AVC foi complicado em virtude da baixa coagulação dela, decorrente da doença hepática crônica que já estava bastante avançada.

Eu e minha mãe tivemos nossas desavenças é claro, e eu estaria mentindo se dissesse o contrário. Eu várias vezes disse a ela, que um filho discordar de sua mãe era saudável, mas que apesar de tudo devíamos manter o respeito. Minha mãe sabia que eu a amava, apesar de todas as vezes que discutimos, que discordamos, que nos magoamos mutuamente. Espero sinceramente que minha mãe tenha partido sabendo que eu, meus irmão, e toda a família a amávamos e fizemos de tudo para mantê-la bem e, na medida do possível, feliz.

Minha mãe, eu sentirei muito sua falta. Sentirei falta de quando discutíamos, de quando perdíamos a paciência um com o outro e de quando nos desentendíamos. Mas sentirei falta principalmente de quando ríamos juntos, de quando tínhamos bons momentos, de quando pude ajudá-la, seja com cuidados simples, fosse com noites mal dormidas no hospital. Me sinto mais sozinho do que nunca, mas com o tempo sei que isso irá melhorar, pois sei que a tristeza que a senhora sentia por estar naquela situação não mais existirá.

Agradeço a todos os amigos que emprestaram seus ombros, seus braços e seu tempo e mesmo aqueles que se fizeram presentes apenas com simples mensagens de texto. São situações como essas que nos fazem perceber as pessoas que se importam de fato conosco.

E antes que alguém levante a mão e questione o porquê desse texto estar aqui no blog eu respondo que o blog é meu e se eu quiser escrever sobre coquinhos eu escrevo que eu precisava escrever algo, me expresso melhor assim. Ainda ess semana postarei coisas mais alegres e tirarei as teias de aranha desse blog.

Pra finalizar, posto uma música que minha mãe provavelmente não conhecia, mas que gosto de pensar que cantaria comigo:

domingo, 15 de abril de 2012

Eu vi: A Mulher de Preto

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Recentemente fui ao cinema assistir um filme denominado “A Mulher de Preto”. Quem me conhece sabe que esse gênero de filme não me atrai muito e foi com desconfiança que fui assistí-lo. Afinal, um filme que tem como principal chamariz a presença do Harry Potter não pode ser boa coisa. A boa notícia é que A Mulher de Preto não é tão ruim. A má está implícita.

Pense em um filme de terror clássico. Esse mesmo, aquele que tem cenas de “mini-sustos” a todo momento. Aquele que um cara (contador, advogado ou algo do gênero) da cidade grande vai pra cidadezinha e entra em um casarão/castelo mal assombrado. Esse, basicamente, é o plot do filme. Em nenhum momento o longa chega a surpreender. Até a clássica cena do “susto no espelho” está presente. Fora isso, vemos uma atuação esforçada, mas pouco inspirada de Daniel Radcliffe, tentando perder o rótulo de Harry Potter. Não chega a ser uma atuação ruim, mas não salva o filme como um todo

A Mulher de Preto não é um filme ruim. É apenas um filme previsível

Nota: 5

É isso aí mamíferos até a próxima

P.S: Sim eu sei, esse post foi ridiculamente curto. É porque eu estou com muita preguiça pouco tempo para escrever. Próximos posts serão ainda mais curtos mais elaborados, prometo.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Tópicos Essenciais em Biologia #4: Evolução #4

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Clique nos links abaixo para ler os artigos anteriores:

Evolução 1

Evolução 2

Evolução 3

No início do século 20 a evolução como mudança não era seriamente ameaçada, a grande maioria dos biólogos já haviam a incorporado em seus estudos.  O grande porém da biologia evolutiva da época era a ausência de um consenso sobre qual era o principal mecanismo evolutivo que agia nos seres vivos. Como vimos no último artigo, a seleção natural foi muito mal recebida, principalmente pela incapacidade de Darwin produzir uma teoria de herança satisfatória. Assim, no início do século, diversas teorias lutavam para serem protagonistas na evolução. Dentre essas teorias estavam a própria seleção natural.

No início do século XX, as leis da hereditariedade postuladas por Mendel foram redescobertas. Dessa forma, a Biologia dispunha de uma teoria de herança particulada que explicava a herança genética de virtualmente todos os seres vivos. Longe de auxiliar a aceitação da seleção natural, os primeiros mendelianos viam a herança de Mendel como a pá de cal dos darwinistas. Para esses geneticistas, a evolução diferia radicalmente daquela imaginada por Darwin. As mudanças seria bruscas, através de macromutações. Em outras palavras, grandes mudanças ocorreriam de pai para filho, de uma geração para outra. Essas grandes mudanças ocorreriam em virtude de grandes alterações no material genético.

Entretanto, na segunda década do século, vários pesquisadores começaram a publicar trabalhos que demonstravam que a seleção natural não só era possível em seres com herança mendeliana com provavelmente era o mecanismo mais poderoso da evolução. Foram diversos trabalhos de varios pesquisadores que permitiram essa proeza científica. A união dessas ideias permitiu a criação daquilo que grande parte das pessoas conhece por neodarwinismo, ou seja, as ideias de Darwin revigoradas. Ela também é conhecido por nomes mais adequados de Síntese Moderna e Teoria Sintética da Evolução. A seguir, tentarei resumir as principais contribuições para esse entendimento.

Ronald Aylmer Fisher (1890-1962); J. B. S. Haldane (1892-1964); Sewall Wright (1889-1988)

Fisher, Haldane e Wright foram os primeiros pesquisadores a reconciliar os trabalhos de Mendel e Darwin. Foram eles que, de fato, demonstraram que  a seleção natural poderia operar em conjunto com a herança particulada através de seus trabalhos teóricos, em especial A Teoria Genética da Seleção Natural (Fisher – 1930), Evolução em Populações Mendelianas (Wright – 1931) e As Causas da Evolução (Haldane – 1932). Esses trabalhos sintéticos abriram caminho para que outros pesquisadores ampliassem o escopo da Teoria Evolutiva, abrangendo posteriormente todo o mundo vivo. Haldane também é célebre na Biologia por ter contribuído para desenvolver a teoria sobre a origem da vida e ter cunhado uma das frases mais legais do mundo: “Me mostre um fóssil de um coelho no pré-cambriano e eu assumo que a Teoria da Evolução está errada.”

Theodosius Dobzhansky (1900-1975); Ernst Mayr (1904-2005); Julian Huxley(1997-1975) George Gaylord Simpson ( 1902-1984)

Dobzhansky foi o cientista que criou a frase citada por nove entre dez biólogos: “Nada na Biologia faz sentido senão sob a luz da Evolução”. E ele não poderia estar mais certo. Graças ao seu próprio trabalho, em especial seu livro Genética e a Origem das Espécies (1937) a Síntese Moderna foi ampliada e influenciou muitos biólogos. Já Mayr trabalhou extensivamente com a questão da especiação, contribuindo para a formação de um novo conceito de população e de espécie. Sua obra máxima foi Sistemática e a Origem das Espécies (1942). Julian Huxley (neto de Thomas) fez um importante trabalho de síntese na obra Evolução: A Síntese Moderna, que acabaria dando o nome do movimento como um todo. Por fim, Simpson com seu Tempo e Modo em Evolução (1944) demonstrou que não havia a necessidade de se invocar forças ortogenéticas para explicar o registro fóssil. Para isso bastava utilizar-se de conceitos evolutivos.

Finalizando o post de hoje (está curto, eu sei), a importância desse período de tempo para o pensamento biológico é inestimável. Graças a esses cientistas, e outros não citados, a Biologia conseguiu se tornar uma ciência unificada e isso é importantíssimo. Significa que qualquer pergunta que envolva um ser vivo, obrigatoriamente terá uma resposta evolutiva. Isso é muito bonito. Bem pelo menos eu acho (e certamente qualquer biólogo que ler essas linhas compartilhará esse sentimento). Na próxima aula postagem uma visão moderna da Evolução. O que incorporamos hoje, quais os principais mecanismos e alguns exemplos.

Saudações!

sábado, 11 de fevereiro de 2012

Expectativas para 2012: Cinema

O ano de 2012 será um dos melhores anos para o público nerd, no que diz respeito ao cinema. Alguns dos lançamentos prometidos para esse ano são filmes extremamente esperados por mim e por muitos. Vamos conhecer alguns que eu certamente verei e outros que eu passarei longe


O Hobbit – Uma Jornada Inesperada
(The Hobbit: An Unexpected Journey)
Direção: Peter Jackson


Petert Jackson nos levará novamente à Terra Média nesse que é o primeiro filme de dois que contará a história do Hobbit, primeiro livro de Tolkien. Aqui mesmo no Cyanocorax escrevi uma pequena resenha sobre a obra (clique aqui), leitura obrigatória para qualquer nerd de verdade (o livro, não minha resenha). Pessoalmente, espero que o filme retire um pouco do ar infantil (afinal, O Hobbit foi escrito para crianças) do livro e faça valer a safadez a tática de produzir dois filmes para um livro contando a história toda.




Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge
Batman – The Dark Knight Rises
Direção: Christopher Nolan


Christopher Nolan salvou os filmes de super-heróis com sua franquia do homem-morcego. Tanto Batman Begins quanto o The Dark Knight são filmes densos e que ajudam a retirar aquele estigma de filmes para crianças que ainda existe para filmes do gênero. Espero bastante dessa continuação.




O Espetacular Homem-Aranha
The Amazing Spider-Man
Direção: Marc Webb


Aguardo esse filme com certo receio. Achei prematura a ideia de rebootar o universo do cabeça de teia tão cedo, mesmo entendendo que Homem-Aranha 3 foi um total fiasco. Eu sempre gostei da cara de perdedor do Tobey Maguire como Peter Parker, e fico receoso com o ar “descolado” que Marc Webb quer dar ao nerd-padrão Parker. Bem, esperemos, pois pior que Lanterna Verde este filme não pode ser.




MIB – Homens de Preto 3
MIB III
Direção: Barry Sonnenfeld


Mens in Black é uma das franquias mais legais que eu assiti, em especial o primeiro filme. Espero que esse filme não sofra com a maldição da trilogia e seja um fiasco total como foram Homem Aranha e X-men 3.




Os Vingadores
The Avengers
Direção: Joss Whedon


Ver os maiores heróis da Terra juntos em película é o maior sonho de qualquer fã de quadrinhos. Esse ano poderemos ver a Liga da Justiça Genérica da Marvel Os Vingadores combatendo ameaças juntos no cinema. O filme, por si só, já fale a entrada. Estou confiante que a história seja razoável e tenhamos algo lém das cenas de ação.




Fúria de Titãs 2
Wrath of the Titans 2
Direção: Jonathan Liebesman


O primeiro Fúria de Titãs foi um filme meia-boca. Apesar do grande apelo visual (isso é inegável) a hitória não empolgou. Quando li a sinopse da continuação resolvi que assistiria para ver. Espero que o foco não seja simplesmente porrada (que é importante é claro) mas que os personagens e história sejam melhor abordados.




O Vingador do Futuro
Total Recall
Direção: Len Wiseman


Em 1990 foi lançado Total Recall que, inexplicávelmente, ficou conhecido no Brasil como O Vingador do Futuro. Estrelado por Arnold Schwarzenegger (sim, eu tive que colocar no Google pra escrever o neome corretamente), conta a história de Doug Quaid, um homem que descobre uma conspiração de uma companhia mineradora de Marte, que envolve ele mesmo. Tudo isso, obviamente no futuro. Confesso que estou curioso para ver esse remake, de um dos filmes que eu mais gostei de ver na minha infância.
Como não encontrei nenhum trailer do remake, vai aqui um do original.




Os Mercenários 2
The Expendables 2
Direção: Sylvester Stallone


Os Mercenários é um filme de porrada. É aquele filme que você desliga o cérebro e só se diverte. Unindo todos os maiores nomes do cinema de porrada dos anos oitenta, Os Mercenários 2 é presença obrigatória no cinema.
Torcer para que a presença de Chuck Norris não acarrete um filme de dez segundos.


Bem povo, por hoje é só. E só para avisar a quem posso estar lendo isso, as minhas postagens aqui serão realizadas sempre nas terças e sábados, salvo exceções.
Saudações!

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Eu Li: Drácula, o Vampiro da Noite

Dracula Vampiro Noite

Essa Resenha tem spoilers, então cuidado!

Em 1897, Bram Stoker publicou aquele que seria o romance sobre vampiros mais famoso (e mais importante) da história. Esqueça Blade, esqueça Lestat. o vampiro mais importante da ficção (não que vampiros existam de fato, pelo menos vampiros humanos)  é e será sempre o Conde Drácula. Esse mês tomei vergonha na cara e decidi ler esse livro, talvez o maior clássico dos livros de terror.

Drácula não foi o primeiro e nem será o último dos livros com temática de vampiros. Tecnicamente, lendas sobre vampiros remontam o século XVII. Então o que o torna especial em relação a todas as outras obras vampirescas? Drácula é um livro que possui uma narrativa interessante,, que traz o ponto de vista dos diferentes personagens de forma alternada. Os capítulos são escritos sob a forma de fragmentos dos diários e relatos cotidianos de alguns deles, o que acaba favoracendo a fluidez da leitura e nos permitindo conhecer melhor os apectos psicológicos de cada um.

Alguns personagens de Stoker permeiam imaginário popular ainda hoje. O mais conhecido é evidentemente o personagem título, Conde Drácula, o assim dizer “vampiro-padrão”. Drácula (supostamente baseado em uma figura real) era um conde que habitava os ermos da Transilvânia e que decide mudar-se para a efervescente Londres. Muitos dos poderes e fraquezas clássicos de um vampiro ocorrem em Drácula. Ele não possui imagem especular, não tolera alho, bebe sangue, pode se transmutar entre outros. Virtualmente todos os vampiros que surgiram posteriormente na literatura se inspiraram na figura do Conde.

Outra figura conhecida é a de Van Helsing. Ao contrário do que a maioria deve pensar, Van Helsig não era o Wolverine caçador de vampiros que apareceu recentemente em Hollywood. Na trama de Bram Stoker, o Professor Van Helsing é um homem de certa idade, médico e que estuda doenças obscuras, nutrindo especial interesse por vampirismo. É ele quem detecta os sintomas do vampirismo em Lucy Westenra e quem ensina como repelir e matar vampiros.

É claro que a obra não é perfeita; Posso destacar aqui dois pontos que não me agradaram de todo. No geral, esperava um pouco mais de ação, em especial na cena final com a morte do Conde. A forma com a qual os conflitos (esse em especial)são resolvidos no livro poderia, a meu ver, ser melhor levada. Claro, o romance não é de ação, então isso é relevado de certa forma. Outra crítica é quanto a certa ingenuidade das personagens em alguns momentos. Quando Mina Harker começa a ser parasitada por Drácula, apresenta todos os sinais que a sua própria amiga Lucy havia apresentado antes, no entanto, nenhum dos homens que convivem com ela é capaz de perceber essa condição, nem seu marido. A própria Mina não consegue identificar seu estado, mesmo ela tendo dois furos no pescoço. O que parece, é que o autor dotou os personagens e uma certa “falta de atenção” nesses momentos para facilitar o desenvolvimento da trama.

No geral, posso dizer que Drácula, o Vampiro da Noite, de Bram Stoker é um livro muito bom. Uma obra que definiu toda a mitologia popular sobre vampiros e criou personagens até hojé icônicos na cultura pop. Se você gosta de vampiros (eu disse vampiros, não fadas) e nunca leu esse livro, está totalmente defasado, corra atrás imdiatamente.

Nota: 8,5